Meu barco íntimo depois de muito andar no mar revolto alcançou o direito de atracar no cais dbourado da lentidão e da maturidade. No mar alto em meio às correntezas e a imprevisibilidade do clima, aprendeu a lidar com a cotidiana luta de viver. A estar atento, mas sabendo aproveitar o azul turquesa das águas mansas, de uma manhã de domingo.